Outubro Rosa também fala sobre quem acompanha.

Quando alguém que se ama recebe um diagnóstico de cancro, a doença não fica apenas dentro de um hospital ou de uma consulta.
Ela pode entrar nos pensamentos, nas noites mal dormidas e naquela pergunta que aparece constantemente:
“E se eu o perder?”
A espera pelos exames, os resultados, os tratamentos e as mudanças na rotina podem gerar uma ansiedade constante.
Por vezes, a pessoa continua a trabalhar, a cuidar da casa e a estar presente para os outros, mas por dentro vive em permanente alerta.
E também é importante reconhecer isso.
Acompanhar alguém que está doente pode ser emocionalmente desgastante. Não é preciso esperar chegar ao limite para procurar apoio.
Quem cuida também precisa de espaço para falar e ser cuidado.
Neste Outubro Rosa, também estamos aqui para ajudar todos as pessoas que acompanham silenciosamente quem enfrenta a doença.