Casos Reais
Pessoas que encontraram uma saída
“Comecei a tomar antidepressivos com 18 anos”
Em busca de outra vida, aos 18 anos, Neide saiu do país, mas o sofrimento da depressão encontrou-a...
Eu perdi tudo!
Com um negócio construído, casa própria e uma família feliz, Zulmira tinha, como se costuma dizer, “a vida feita”... até que, de repente, a estabilidade foi-lhe, literalmente arrancada.
Eu ouvia vozes e desmaiava constantemente!
Vultos, vozes, presenças... o sofrimento de Sandra começou cedo, logo na infância, tendo evoluído para uma grave depressão na adolescência.
Eu sentia-me abandonada
O choro compulsivo e a solidão profunda eram o reflexo do abandono que Sandra tinha sofrido na infância.
Eu sofria com uma ansiedade extrema!
Cláudia consegue situar acontecimentos que a foram marcando de forma tão negativa, que os pensamentos suicidas constantes cedo começaram a atormentá-la...
O meu filho atirou-se do 3º andar!
Perseguida pelo medo desde a infância, Elisa, a dada altura, passou a viver com o inimigo debaixo do próprio teto, o seu marido. Foi o comportamento deste que veio a despoletar a depressão no filho de ambos que, mais tarde, veio a cometer o impensável...
“Sentia-me inferior a todos os outros”
O que mais me afetava era mesmo a minha falta de autoconfiança. Cheguei ao ponto de andar na rua sem sequer olhar para os carros, porque via-me no reflexo e achava-me feia.”
Traído entrou em depressão
“Entrei em depressão, não conseguia dormir e tinha ataques de pânico. Cheguei a pesar 49 quilos e a fumar 4 maços de tabaco por dia.”
“Tomava 30 comprimidos por dia”
“Para além de uma depressão profunda, tentei também o suicídio, porque já vinha a sofrer desde criança. Fechava-me no quarto e tomava 30 comprimidos por dia.”