A depressão também afeta a terceira idade!

A depressão nos mais velhos é cada vez mais frequente. O aumento da esperança de vida e a desvalorização do papel do idoso na sociedade contribuem para isso. Os estudos mostram que afeta entre 2% dos idosos, nas formas graves, e 10%, nas formas menos graves. Em lares ou hospitais, pode chegar a cerca de 30%.
Sintomas mais comuns
– Isolamento;
– Tristeza intensa, quase todos os dias;
– Sentimento de vazio e falta de esperança;
– Perda de prazer nas atividades do dia a dia. Nos casos graves, a pessoa pode deixar de comer, de se vestir ou de cuidar da higiene;
– Perda de peso acentuada e insónias;
– Cansaço constante;
– Perda da vontade de viver ou pensamentos de morte;
– Nesta idade, a depressão manifesta-se muitas vezes através de queixas físicas, desproporcionadas em relação à doença. Muitas vezes, são essas queixas que levam à primeira consulta.
– Tristeza intensa, quase todos os dias;
– Sentimento de vazio e falta de esperança;
– Perda de prazer nas atividades do dia a dia. Nos casos graves, a pessoa pode deixar de comer, de se vestir ou de cuidar da higiene;
– Perda de peso acentuada e insónias;
– Cansaço constante;
– Perda da vontade de viver ou pensamentos de morte;
– Nesta idade, a depressão manifesta-se muitas vezes através de queixas físicas, desproporcionadas em relação à doença. Muitas vezes, são essas queixas que levam à primeira consulta.
Fatores de risco
– Isolamento social, por exemplo depois de ficar viúvo;
– Dificuldades económicas;
– Várias doenças em simultâneo que limitam a autonomia, como AVC, doenças respiratórias ou diabetes;
– O mais importante: não basta dar mais anos de vida aos idosos. É preciso garantir que esses anos são vividos com qualidade. A depressão tem tratamento, e tratá-la melhora a vida do idoso e de toda a família.